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terça-feira, 3 de junho de 2014

Aprender segunda língua retarda o envelhecimento do cérebro

Estudo prova que benefícios acontecem mesmo quando aprendizado acontece em idade adulta
02/06/2014

EDIMBURGO - Aprender uma segunda língua pode causar um efeito positivo sobre o cérebro, amenizando seu envelhecimento. O benefício é possível mesmo que o aprendizado aconteça na idade adulta, constata um novo estudo realizado pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, publicada na revista Annals of Neurology.

Os pesquisadores descobriram que a leitura, fluência verbal e inteligência foram melhorados em um estudo aplicado em 262 pessoas com 11 ou 70 anos. Uma pesquisa anterior já havia sugerido que ser bilíngue poderia retardar o aparecimento da demência por vários anos.

Os testes tinham o objetivo de averiguar se o aprendizado de línguas melhora as funções cognitivas. O cientista Thomas Bak, do Centro de Envelhecimento da Universidade de Edimburgo, foi quem comandou os trabalhos. Bak disse que encontrou o padrão significativo de melhorias na atenção, foco e fluência das atividades cerebrais.

- Essas descobertas são de importância prática significativa. Milhões de pessoas em todo o mundo aprendem uma segunda língua mais tarde. Nosso estudo mostra que o bilinguismo sempre irá retardar o envelhecimento do cérebro - avalia.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Nem toda tradução precisa ser juramentada

A Convenção de Haia de 5 de outubro de 1961 estabelece que um documento público é automaticamente reconhecido em qualquer outro país signatário dispensando a legalização consular no país onde foi emitido. Nesses casos, a legalização de documentos é feita através de uma 'Apostila'.

A Apostila é um certificado que reconhece a eficácia jurídica de um documento público e a autenticidade do selo ou carimbo que constam nele. Ela é colocada diretamente sobre o próprio documento público uma apostila ou anotação que certificará sua autenticidade.

O Brasil NÃO é signatário da Convenção de Haia, por isso, documentos emitidos no exterior para serem válidos em território nacional precisam ser legalizados no Consulado/Embaixada do país de origem e traduzidos para o português por um tradutor público juramentado. Entretanto, NÃO EXISTE TRADUÇÃO JURAMENTADA nos 103 países signatários da Convenção de Haia: as traduções para uso nesses países são CERTIFICADAS (o tradutor, por meio de um certificado, declara ter feito a tradução de boa-fé e atesta a veracidade da tradução no limite dos seus próprios conhecimentos se responsabilizando pelo conteúdo da tradução). É necessário legalizar o documento emitido no Brasil e, em algos casos, pode ser necessário legalizar a tradução através de notarização ou legalização consular para autenticar a assinatura do tradutor.

Ou seja, antes de pagar (mais caro!) por uma tradução juramentada, informe-se junto ao órgão ou entidade estrageira (Embaixada/Consulado, escolas, universidade ou empresas) quanto às normas para aceitação dos documentos no país no qual serão apresentados.

Nós, da BRAZUKES, temos vasta experiência neste setor e vamos nos encarregar de todo o processo de tradução e expedição de Certificates of Accuracy garantindo que os seus documentos sejam devidamente aceitos sem burocracias adicionais.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Metonímia: quando uma MARCA vira um SUBSTANTIVO

Uma marca genérica é uma marca que se torna sinônimo de uma classe genérica de produtos ou serviços independente do fabricante. Isso ocorre com empresas pioneiras ou que tiveram grande repercussão no lançamento de um determinado produto ou serviço. Assim, por ser parte da natureza humana querer siplificar as coisas, os consumidores passam a utilizar aquela marca top-of-mind para se referir a todos os produtos similares de uma mesma categoria. Quando isso acontece, essas marcas se tornam substantivos. Usar uma marca genérica para generalizar aquilo que a marca representa é uma forma de metonímia.


Metonímias são usadas frequentemente tanto na literatura quanto no dia-a-dia. Por definição, metonímia (do grego, 'uma mudança de nome') consiste em empregar um termo no lugar de outro, havendo entre ambos estreita afinidade ou relação de sentido e está relacionada com uma relação de continguidade/proximidade entre duas ideias ou conceitos. Na metonímia, a palavra assume outro sentido que não o literal ou denotativo, por meio de uma associação de sentidos tem como base a contiguidade (e não a similaridade) entre os elementos. Ou seja, é uma analogia por sentidos próximos, relativos.

Muitos itens de uso diário, como  'zíper' (originalmente uma marca da B.F. Goodrich) e 'jet sky' (originalmente uma marca da Kawasaki Heavy Industries), já foram marcas. "Gilete", por exemplo, nome usado para definir qualquer tipo de lâmina de barbear, é o nome de uma marca criada pela Gillette Safety Razor Company (e que, atualmente, pertence à Procter&Gamble) em 1903. Até 'heroína' já foi o nome de uma marca (originalmente uma marca da Bayer AG).

Aqui estão alguns exemplos de marcas que são usadas como termos genéricos diariamente:

  • Cotonete é o nome comercial de um produto da empresa Johnson & Johnson, uma haste flexível de plástico com algodão em suas pontas.
  • Chiclete é uma marca de goma de mascar da Cadbury Adams.
  • O nome de Durex teve origem no produto fabricado pela empresa de mesmo nome no Brasil a partir de 1946. Hoje a marca pertence à 3M.
  • George de Mastreal inventou o Velcro (e a empresa de mesmo nome que detem a marca) em 1948, quando notou carrapichos grudados ao pelo de seu cachorro.
  • Ioiô é o nome de uma marca da Duncan Yo-Yo Company.
  • A palavra Ping-Pong foi registrada em 1901 como uma marca de produtos para tênis de mesa por ser o som que a bola faz quando bate na mesa.
  • Aspirina é uma marca da Bayer AG.
  • Tupperware é uma marca cujo nome deriva do sobrenome de seu criador, Earle Silas Tupper.
  • O nivelador de gelo Zamboni tem esse nome em homenagem a seu invento, Frank Zamboni.
  • Mesmo que várias marcas produzam corretivo líquido, todos são chamados de Liquid Paper, marca que pertence à Paper Mate.
  • Por ter sido o primeiro a ser produzido no Brasil em 1933, Modess, da Johnson & Johnson, já foi sinônimo de absorvente higiênico descartável.
  • Querosene foi originalmente uma marca registrada por Abraham Gesner.
  • Apesar do termo Band-Aid ser usado para qualquer tipo de curativo adesivo, o nome pertence à Johnson & Johnson. 
  • A Jacuzzi não é só uma marca de hidromassagens e banheiras, eles também fabricam colchões e vasos sanitários.
  • Mesmo sendo sinônimo de cereal de flocos de milho, a marca Sucrilhos pertence à Kellog's.
  • O website da Microsoft sugere que, a mnos que você esteja usando o software deles, seu PowerPoint é um “ programa de apresentação de gráficos"
  • A empresa WHAM-O é a dona do nome Frisbee
  • Gelo Seco foi uma marca registrada pela primeira empresa que comercializava dióxido de carbono.
  • Linóleo, apesar tenha sido registrado pelo seu inventor e detentor da patente, Frederick Walton, é o primeiro caso de produto que foi judicialmente definido como genérico nunca tendo sido usado como marca registrada.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Untranslatability

There was a time when the ability to translate was simply thought to be an enhanced form of the ability to understand or read a foreign language. Thus, translation has never had the same recognition and respect that other professions do. Translation has constantly been underestimated as a profession. After all, as many people think, “if translation is just taking words from one language and finding the equivalent in the target language, how hard can it really be?” 


But, with this misconception about what translation really is, comes some questions: is it possible to remain entirely faithful to the text one translates? If so, are there equivalent words, phrases, and idioms in the target language to replace the ones in the source language? Having to face these tough decisions translators have become the villains in this story. The Italian language even has the expression “traduttore, traditore” - meaning “translator, traitor”. This phrase was first applied to the French by irate Italians who felt that many French-language translations of Dante Alighieri betrayed either the beauty or the accuracy of his work.

However, regardless of the 'popular belief', translation is not an easy task and involves much more than simply transferring words into another language. It requires research, a comprehensive understanding and command of both the source and target languages, cultural knowledge, and specialization on the topic one is translating. And even then, there are still inherent problems with the language itself that lend themselves to numerous interpretations and glaring mistakes. Even though, there are some phrases that are so connected to a cultural context that it is virtually impossible to provide an equivalent translation of the text that also bears the same meaning.

So what exactly is the translator’s job when dealing with these difficulties? It is a tough call to decide whether it is better to translate literally so as not to “betray” the original text but at the same time risk a lower quality translation, or decide whether it is better to find the closest alternative that makes sense in the target language but that may somewhat change the definition. Wordplay (such as a palindrome, paronomasia or spoonerisms), rhymes, and/or objects, actions, or concepts that don't exist in a culture or language might become a problem to translators. How does one translate the word SERENDIPITY into Portuguese? Or the word SAUDADE into English? Thus, for Eco (2003), 'translation is always a shift, not between two languages but between two cultures. A translator must take into account rules that are not strictly linguistic but, broadly speaking, cultural.' It is fair to say then that, when it comes to translation and language, in fact, translators don't translate words they translate what people do with words.

This is due to what in linguistics is called a lexical gap or lacuna. A lacuna, from the Latin meaning a hole or pit, refers to the absence of a word or idiomatic phrase in translation from one language to another (Janssen, 2012). Language is strongly entwined with culture and identity, ergo most of the untranslatable expressions are related to a culture’s conception of time, states of being and social relationships. When the source and the target languages do not share a particular common concept, a lacuna happens.

However, there are some techniques translators can use to overstep the aforementioned language barriers. Namely: 

  • Adaptation, also known as free translation, is a translation procedure whereby the translator replaces a social, or cultural, reality in the source text with a corresponding reality in the target text; this new reality would be more usual to the audience of the target text. For example, in the Belgian comic book The Adventures of Tintin, Tintin's trusty canine sidekick Milou is translated as Snowy in English; likewise the detectives Dupond and Dupont become Thomson and Thompson in English. 
  • Borrowing is a translation procedure whereby the translator uses a word or expression from the source text in the target text, i.e., dispenses with translation all together and adopts the foreign word as new vocabulary. Borrowings are normally printed in italics if they are not considered to have been naturalized in the target language. 
  • Calque, or loan translation, is a form of borrowing from one language to another whereby the semantic components of a given term are literally translated into their equivalents in the borrowing language word by word. Because idioms, expressions or, occasionally, a word are literally translated into the target language, calquing often doesn't make much sense. 
  • Compensation is another way to express the untranslatability of language conversion. In this translation artifice, the translator solves the problem of aspects of the source text that cannot take the same form in the target language by replacing these aspects with other elements or forms in the source text. For example, many languages of the world have different words where others only use one. For example, many languages have two forms of the second person pronoun (informal and formal). Hence, to translate a text from Spanish to English, that has retained the you form only, the translator may have to compensate by using a first name or nickname, or by using syntactic phrasing that are viewed as informal, such as I'm, you're, gonna, dontcha, etc. 
  • Paraphrase, sometimes called periphrasis, is an effective way of expressing that which is not translatable in another language. It replaces a word or phrase in one language with a completely unequal word or phrase in the translation. But the outcome results in a similar meaning albeit with an entirely different wording. For example, the English idiom for death, “to kick the bucket,” is best translated into Portuguese by paraphrasing it into its own equivalent, “bater as botas.” With this technique, there is not only the attempt to connect a lexical gap, but also to bridge a cultural gap and find human commonality in different languages. 
Criticisms aside, translation is of the uttermost importance in today’s globalized scenario, where being able to express yourself in one or more languages has become a mandatory feature for most companies and individuals. And, as Goethe once said, “say what we may of the inadequacy of translation, yet the work is and will always be one of the weightiest and worthiest undertakings in the general concerns of the world.”

quarta-feira, 6 de março de 2013

Como a localização faz diferença na internacionalização


Cada vez mais empresas começam comercializar seus produtos em outros países, mas nem todas contratam uma equipe de tradutores para evitar constrangimentos
Por sorte, a IKEA, cujos móveis têm nomes suecos nos mais de 40 países em que está presente, alguém percebeu a tempo que uma cama chamava-se Redalen, que em tailandês significa "preliminares sexuais".
De acordo com o Wall Street Journal, o trabalho dos tradutores contratados por IKEA evitou que seus clientes ficassem constrangidos no dia da grande inauguração de sua primeira loja na Tailândia, em Bangkok.
Redalen não era o único nome 'delicado' do catálogo. Entre outros, o vaso de plantas Jättebra soava como una palavra grosseira usada nesse país para referir-se a sexo, segundo o jornal americano.
Mas, infelizmente, nem sempre essas "bolas foras" são evitadas. Vejamos alguns outros casos célebres de nomes de produtos ou slogans comprometedores.

Pajero

Gato de la Pampa.

Muitos hispanofalantes não gostariam de dirigir um carro chamado Pajero.
Por isso, o fabricante japonês Mitsubishi teve que mudar o nome de seu 4x4 quando o lançou pela primeira vez no mercado nos anos 80.
Nos Estados Unidos, na Espanha e na Índia é comercializado como Montero, mas ainda assim, alguns modelos importados circulam por estes países, fazendo com que seus motoristas passem vergonha.
A Mitshubishi inspirou-se no Leopardus Pajeros, um gato das pampas argentinas, para dar nome ao carro.

Voe Pelado

Avión.

Um anuncio de rádio espantou muitos ouvintes na Florida em 1987, quando a companhia aérea Braniff propôs a eles "viajar en cuero"*.
A empresa anunciava seus assentos de couro para os passageiros da primeira classe e traduziu literalmente para o espanhol seu slogan em inglês "fly in leather".
Aquilo suposto erro entrou para a história como uma dos maiores "micos" da  história da publicidade.
Mas, como informou o correspondente da agência Associated Pressen em Miami, alguns publicitários da cidade do sul da Florida pensaram que a Braniff brincou intencionalmente com o duplo sentido.
*en cuero: Desnudo, sin llevar ropa alguna = pelado, nu

Resurreição

Resurrección.

Reza a lenda que a Pepsi cometeu uma das maiores gafes publicitarias em Taiwan.
A multinacional americana lançou uma campanha publicitária global com o mesmo slogan traduzido a diferentes idiomas: "Pepsi Brings You Back to Life" (Pepsi o traz de volta à vida).
Mas, na tradução no mandarim que se fala em Taiwan, a mensagem assegurava que a bebida conseguiria ressuscitar ancestrais, uma ofensa em qualquer país oriental, onde o respeito aos antepassados é um valor fundamental.
Este erro é citado por muitos publicitários, que acrescentam que as vendas em Taiwan despencaram, mas isso nunca foi suficientemente corroborado. Entretanto, é verdade que a Pepsi nunca negou o fato.

Canibalismo

Kentucky Fried Chicken.

A cadeia de fast food Kentucky Fried Chicken (KFC) apostou com tudo no mercado chinês ao final dos anos 80.
KFC se adiantou a outros concorrentes em um momento em que muitos chineses ainda vestioam o uniforme azul dos tempos de Mao e a publicidade capitalista era una novidade.
Nesses primeiros momentos da nova era, deve ter assustando a muitos o slogan "Finger-lickin' Good" (algo como 'bom de chupar os dedos') que em chinês traduzia-se por: "comer bem os próprios dedos".
Apesar desse erro inicial, hoje, a KFC é a principal cadeia de fast food na China, a frente de outras empresas estrangeiras e locais.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Metonymy: when a trademark becomes a noun

generic trademark is a trademark or brand name that has become a synonymous of a general class of product or serviceBrand names become generic when they are so commonly used that people associate them with every product of that kind regardless of who manufactures it or who trademarked the name. In general, people take a top-of-mind brand and use it to refer to all similar products in the category as it's part of human nature to make things simple. Using a generic trademark to refer to the general form of what that trademark represents a form of metonymy.

Metonymies are frequently used in literature and in everyday speech. By definition , Metonymy entails using the name of one particular thing being replaced by the name of something that is closely associated with it. Metonymy, in Greek, literally means 'a change of name'. Thus, it actually stands for a transmutation or a misnomer. This figure of speech helps to indirectly refer to something. Sometimes a metonymy is chosen because it is a well-known characteristic of the word.

Many of the items we use every day, like zippers (originally a trademark of B.F. Goodrich) and escalators (originally a trademark of Otis Elevator Company), were once brand names. "Laundromat", for example, was a trademarked name created by the Westinghouse Electric and Manufacturing Company in the 1930s. Even heroin was a brand name (originally a trademark of Bayer AG).


Here are some trademarked names that are often used as generic terms today:



You might think you’re riding around on a Jet Ski, but if it’s not made by Kawasaki Heavy Industries, it’s just a personal watercraft.



Bubble Wrap is probably the greatest contribution made to our society by Sealed Air Corporation, which they rightly trademarked.



The term Onesies, referring to infant bodysuits, is owned by Gerber Childrenswear. According to their website, the trademark is aggressively enforced. (Twosies and Funzies also belong to Gerber.)



Jacuzzi is not only brand of hot tubs and bathtubs; they also make mattresses and toilets.



The Crockpot, a brand name for the slow cooker, was originally developed as a beanery appliance.



Fluffernutter is a registered trademark of the makers of Marshmallow Fluff, Durkee-Mower, Inc.



Frisbee is currently owned by WHAM-O, but a legal battle to make this word and several others generic is underway. In 2010, Manley Toys Ltd. challenged WHAM-O, arguing that the terms Frisbee, Hula Hoop and Slip’n Slide have already become generic in the public lexicon. Personally, I think Ultimate Flying Disc sounds cooler than Ultimate Frisbee anyway.



Chapstick is a brand name of lip balm produced by Pfizer. In the event that you find yourself enjoying this product too much, websites dedicated to helping Chapstick addicts are available.



The perfect time to remind a friend or family member that Kleenex is a brand name for a tissue is right when they are desperately begging you to hand them one.



Ping-Pong was trademarked in 1901 as a brand of table tennis products named for the sound the ball makes when it hits the table.



On their website, Microsoft suggests that unless you are using their software, your PowerPoint is a “presentation graphics program.”



When Q-tips were originally released, they were called Baby Gays. The name was changed to Q-tips—the “Q” standing for quality—in 1926. Although they have changed hands several times since then, Unilever owns the brand today.



Two hockey-player brothers designed Rollerblade inline skates from a pair of old roller skates in 1979. They were the only brand of inline skates until the mid-eighties, when several other companies emerged.



According to legend, Scotch tape earned its name when a frustrated customer told a 3M scientist to “take it back to your Scotch bosses and tell them to put more adhesive on it.” Today, Scotch “Magic Tape” is only manufactured in one place in the world: Hutchinson, Minn.



The permanent marker was invented in 1956, but the Sharpie wasn’t introduced until 1964. Today, the products are almost synonymous with one another.



In 1899, Pearle Wait sold his recipe for Jell-O to Orator Woodward for $450. In 1902, sales for the product were around $250,000. Today, the gelatin dessert is owned by Kraft.



Tupperware is a brand that got its name from its creator, Earle Silas Tupper.



George de Mastreal invented Velcro when he discovered that burrs stuck to matted dog fur. Today, it is the world’s most prominent brand of hook and loop fasteners.



Weed Eater is owned by Husqvarna Outdoor Products.



Don’t ask BIC what’s in their line of correction fluid. The exact ingredients of Wite-out are confidential.



Johnson & Johnson manufactured gauze and adhesive tape separately until Earle Dickinson had the idea to combine them to create Band-Aids for his accident-prone wife.



The Zamboni is an ice resurfacer named after its inventor, Frank Zamboni.



TASER is a trademark of TASER International, and shouldn’t technically be used as a verb. To be fair, “Don’t hit me with that electroshock weapon, bro!” is probably hard to shout under duress. Bonus fact: TASER is an acronym. It stands for “Thomas A. Swift’s Electric Rifle.”



Strategic marketing efforts thrust the Rollerblade brandname high into public awareness Skating enthusiasts began using Rollerblade as a generic term for all in-line skates, putting the trademark in jeopardy.

Dry Ice was trademarked by the first company to sell dry ice.


The British use the word Hoover to mean any vacuum cleaner.


Aspirin, originally a trademark of Bayer AG.



Kerosene, originally a trademark of Abraham Gesner.

Phillips-head screw, named after Henry F. Phillips.

Pogo for the toy Pogo stick.

Thermos, originally a trademark of Thermos GmbH.

Yo-yo, originally a trademark of Duncan Yo-Yo Company.

However, Linoleum, coined by its inventor and patent holder Frederick Walton, is the first product term ruled by a court as generic, it was never used as a trademark.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

If you want a decent return on your investment the best language to learn is Brazilian Portuguese...

Some lunatics learn languages for fun. The rest of us are looking for a decent return on our investment. That means choosing a language with plenty of native speakers. One spoken by people worth talking to, in a place worth visiting. One with close relatives, so you have a head start with your third language. One not so distant from English that you give up.

There really is only one rational choice: Brazilian Portuguese. Brazil is big (190m residents; half a continent). Its economic prospects are bright. São Paulo is Latin America’s business capital. No other country has flora and fauna more varied and beautiful. It is home to the world’s largest standing forest, the Amazon. The weather is great and so are the beaches. The people are friendly, and shameless white liars. You’ll be told “Your Portuguese is wonderful!” many times before it is true.

You won’t need a new alphabet or much new grammar, though you may find the language addicted to declensions and unduly fond of the subjunctive. You’ll learn hundreds of words without effort (azul means blue, verde means green) and be able to guess entire sentences (O sistema bancário é muito forte: the banking system is very strong). With new pronunciation and a few new words you’ll get around in Portugal and parts of Africa. If you speak Spanish, French or Italian, you’ll find half the work is already done — and if not, why not try? With Portuguese under your belt you’ll fly along.

Best of all, you’ll stand out. Only about 10m Brazilians have reasonable English, and far more Anglophones speak French or Spanish than Portuguese, of any flavour. I did not choose this language; it was thrust on me by the offer of a job in São Paulo. But when I think of my sons, now ten and five, one day being able to write “fluent Brazilian Portuguese” on their CVs, I feel a little smug.


Helen Joyce is The Economist's São Paulo correspondent

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Fonética y Fonología Española

Fonética y fonología son ramas de la Lingüística General encargadas de estudiar los sonidos de una lengua.
La fonética los estudia describiendo sus diferencias articulatorias o acústicas mientras que la fonología se encarga de estudiar los fonemas de dicha lengua. Siendo fonemas cada uno de los modelos ideales de los sonidos que pronunciamos, que al oponerse o diferenciarse entre sí, sirven para formar o distinguir signos lingüísticos. Así que la fonética es la que abarca un campo mayor de actuación que el de la fonología.
En la primera hay una base meramente acústica, mientras que en la segunda se tiende a considerar el imagen mental de lo que percibimos.
El sistema fonológico español está formado por los 24 fonemas que componen la lengua castellana. Los sonidos del habla serían realizaciones concretas de estos fonemas. El sistema para identificar fonemas consiste en sustituir uno de ellos por otro en idéntico contexto. Si esta situación da lugar a palabras con significado distinto estamos ante dos fonemas diferentes.
Cada fonema se define por una serie de rasgos comunes (redundantes) propios que lo hace distinto de los demás. Sin embargo, lo que permite diferenciar unos fonemas de otros son los rasgos pertinentes (exclusivos). 
Por los rasgos redundantes [p] [b] son labiales. Por al menos un rasgo exclusivo que le diferencia de otros fonemas, [p] es sorda y [b] es sonora.
De este modo se establecen las llamadas “oposiciones fonológicas” que caracterizan el sistema de la lengua. Entre éstas se destacan las oposiciones neutralizables (neutralización).
En castellano sólo existen cinco vocales: i (inicial cerrada), u (final cerrada), e (media inicial central), o (media final central) y a (central abierta). Las vocales /a/, /e/, y /o/ son las llamadas vocales fuertes o abiertas, mientras que las vocales /i/ y /u/ son llamadas vocales débiles o cerradas..
Cuanto a eso, dice Alfredo Maceira Rodrigues:
El cuadro de las vocales en portugués. En portugués hay vocales orales y nasales. La vía oral [o] y [e] en posición tónica, que pueden ser abiertas o cerradas. Estrictamente se clasifica en abierta solamente la [a], la más baja de las vocales. La [i] y la [u] fonemas vocálicos y altos, la [e], la [o] [, además de  la realización de una [a] cerrada, más común en el cuadro:  Portugal. Por lo tanto, en el portugués de Brasil existen 7 vocales orales  y cinco vocales nasales. Total: 12 fonemas vocálicos en posición tónica. En posición átona no existen  vocales abiertas y posición átona final, el cuadro de las vocales en portugués, se reduce a tres fonemas vocálicos: a, i y u porque la e y la o cerradas  quedan reducidas respectivamente a la a, la i y la u: la piel['peli], dedo ['dedu].

El cuadro vocálico español es muy simple. Consta de sólo cinco fonemas: No hay en español  vocales abiertas con distinción  fonológica, aunque foneticamente haya  realizaciones con mayor o menor apertura vocálica. Los fonemas vocálicos abiertos vienen desde el latín vulgar – se mantuvieron  en portugués, pero se convirtieron en diptongos en  español: Petra>piedra (esp) piedra; forte> forte(esp) Fuerte. El  mismo cuadro  vocálico se mantiene en posición átona, pues no hay elevación vocálica ni siquiera en la posición final: leche [´letfe], dedo [´dedo]. La 'nasalización' de las vocales tampoco se produce en español sino por el valor fonológico. 

Al encuentro de una vocal débil y una fuerte en una sola sílaba formando una sola vocal llamamos diptongo. Los triptongos se forman cuando hay tres vocales juntas y siempre que la primera y la tercera sean débiles y la segunda sea fuerte.
Se llama hiato al encuentro de vocales sin formar diptongo o triptongo. También se forma hiato cuando, en un diptongo, el acento tónico cae en la vocal débil. En estos casos, el diptongo se deshace y se transforma en hiato.
Cuanto a la estructura verbal, el verbo español cuenta con morfemas (la menor unidad gramatical que se pode identificar) que le permiten expresar siete conceptos (o accidentes) gramaticales diferentes: el tema, la voz, el modo, el aspecto, el tiempo, la persona y el número.
Así como en portugués, la lengua española comparte los mismos aspectos gramaticales:  el tema (es la vocal que define el infinitivo), la voz (activa o pasiva); el modo (indicativo, subjuntivo y imperativo), el tiempo (presente, pasado y futuro), la persona (1ª persona – el hablante, la persona que habla;  2ª persona - el receptor, la persona para quien se habla y 3ª persona – el objeto, la persona o cosa de quien se habla) y el numero (singular o plural). De los siete accidentes, sólo uno – el aspecto – no se asemeja al portugués.
En lingüística, el aspecto gramatical es la propiedad que expresa el desarrollo interno de una acción verbal. Se trata de una categoría gramatical que expresa si el verbo ha concluido o no al momento de la enunciación.
Es importante diferenciar entre el aspecto gramatical y el tiempo. Éste señala el momento  que ocurre algo en relación a todo lo demás. El aspecto, en cambio, es el tiempo interno de la acción, la fase de desarrollo o la modificación de la misma.
Por lo que es el aspecto gramatical, en el español hablado en Sudamérica no se utiliza muy a menudo, por ejemplo, el pretérito perfecto compuesto (Hoy me he despertado tarde). Dan preferencia de uso al pretérito indefinido incluso para describir acciones recientes en el tiempo (Hoy me desperté tarde).
Por lo tanto, al aprender un nuevo idioma – una segunda lengua (L2) – se nos deparamos  con fonemas inexistentes en el idioma materno (L1), lo que hace con que uno se obligue a aprender a articular algunos sonidos totalmente nuevos.
Los conocimientos de fonética pueden ayudar en este punto. Por ejemplo, el conocimiento exacto del punto de articulación del fonema /θ/, en español (zapato), ayudará a un hablante que tenga el portugués como L1 a pronunciarlo correctamente.
Tradicionalmente, la enseñanza de idiomas no ha tomado en consideración estos dos aspectos inherentes a cada lengua. En efecto, cada lengua suele tener sus propios patrones de entonación, que varían de idioma a idioma.
Una vez establecido el punto de articulación de cada fonema, este conocimiento se puede aplicar a la enseñanza de la correcta articulación de éstos. Así, se puede enseñar la correcta articulación de los fonemas vibrantes a las personas que no pueden articularlos al hablar. Igualmente, se pueden tratar diversas disyunciones del habla provocadas por enfermedades físicas o mentales.
Sin embargo, el español y el portugués, aunque teniendo un núcleo común una lengua románica, difieren en todos sus aspectos, desde el fonético-fonológico al léxico, sin olvidar algunas diferencias morfológicas y sintácticas. No hay duda de que para una comprensión sencilla, especialmente el idioma escrito, la similitud puede ayudar, empero, con el objeto de aprendizaje como L2, la facilidad puede que sea más aparente que real. 
La adquisición de un lenguaje similar al estudio de la lengua y requiere mucha dedicación, como cualquier otro idioma extranjero dado que el conocimiento en profundidad de la lengua y su correcta expresión escrita facilita la comunicación.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Metodologias de Aprendizagem de Língua Estrangeira

Seja qual for o caminho metodológico a ser escolhido pelo professor, é preciso que o processo de ensino/aprendizagem da língua forneça ao aluno um propósito, uma intenção comunicativa, uma necessidade de transmitir informação, de estabelecer vínculos e conviver de maneira solidária e harmoniosa com os outros. Pois, as inúmeras variáveis que afetam a situação de ensino podem ultrapassar a metodologia usada, de modo que o que parece funcionar numa determinada situação não funciona em outra e vice-versa. Além disso, muitas vezes, dá-se a metodologia uma importância maior da que ela realmente possui, esquecendo-se de tanto o professor quanto os estudantes, no processo da convivência, são capazes de juntos construírem conhecimentos, podendo deixar de aprender como também aprender, apesar do método escolhido. 
Ao propor uma metodologia de aprendizagem, bem como um conjunto de métodos e técnicas de aprendizagem, voltada para a utilização em grupos, com estratégias de desenvolvimento de competências e habilidades, requer que trabalhemos a aprendizagem e o desenvolvimento tanto pessoal quanto social. Sendo assim, o papel que o professor desempenha nesse processo é o de mediador da ação docente, enxergando o aluno como agente de sua aprendizagem.
A própria natureza da linguagem exige que se considere seu uso social, e não apenas sua organização. Quando o ensino se resume a vocabulário, gramática, funções (cumprimentar, pedir informação) e questões ligadas ao conhecimento sistêmico, a própria língua e sua estrutura passam a ser entendidas como objeto de ensino. O importante é incorporar o contexto de produção dos discursos, permitindo a compreensão do uso que as pessoas fazem do idioma ao agir na sociedade (conheça as expectativas de aprendizagem até o 9º ano no quadro "Expectativas de aprendizagem").
É essa mudança conceitual que vem ocorrendo nos últimos 20 anos. Ao simularmos uma conversa por telefone, por exemplo, é importante analisar para quem ligamos e com que objetivos. Isso significa que, ao participarem de uma atividade real, as crianças vão aprender os conteúdos linguísticos e também outros ligados à própria ação. Por exemplo, ao buscarem informação num site em espanhol, perceberão, além do vocabulário e da organização da frase, diversos conteúdos relacionados à pesquisa em si e ao assunto investigado.
Ao estudar um segundo idioma, o aluno usa conhecimentos prévios de leitura e escrita e faz analogias com a língua materna. Embora a maior parte dessas comparações não tenha correspondência, existe um conceito abrangente, vindo da área de Alfabetização, que pode ser usado em Língua Estrangeira: o desenvolvimento de comportamentos leitores e escritores por meio das práticas sociais.
É preciso ter em mente que o ensino é um processo de interação, através do qual o conhecimento é construído, bem como se abre caminhos para a importância da comunicação, especialmente em uma língua estrangeira. 
Os processos cognitivos típicos da aprendizagem de uma língua, pode e deve servir como suporte para um melhor desempenho em outras áreas do conhecimento, já que a aprendizagem de uma segunda língua, neste caso, a aprendizagem do espanhol, propicia ao educando uma reflexão crítica em relação à ela, e, desta maneira, leva o indivíduo a repensar a língua materna, a própria cultura.
Cabe ao educador sensibilizar os alunos, buscando ressaltar a importância da linguagem em questão como formação do individuo, mostrando-lhes a dimensão educativa que uma língua pode oferecer, através do poder da comunicação, da descoberta e da valorização do outro nas relações sociais e, principalmente, da aquisição da consciência crítica inerente ao desenvolvimento do conhecimento humano.
É essencial lembrar também que no ensino de uma língua estrangeira não temos que perseguir a “perfeição”, mas devemos encorajar e animar ao educando, fazer com que desenvolva interesse em aprender cada vez mais sobre a segunda língua, neste caso a inglesa, principalmente quando se trata de vocabulário, pois o domínio cada vez mais amplo do vocabulário enriquece a capacidade de compreensão de cada indivíduo.
Sem dúvida, a aquisição de uma nova língua amplia o horizonte de conhecimento de um indivíduo. Além desse fator, a metodologia de ensino usado durante o processo de aprendizagem de uma segunda língua deve causar interesse para o aprendiz, sendo que este deve ser eficiente tanto para o educador quanto para o educando, pois se quiserem chegar à proficiência de seus objetivos no que se refere ao ensino de língua inglesa, devem procurar formas atualizadas que sejam capazes atender suas reais necessidades.
Cabe também ao professor procurar uma melhoria na qualidade do processo de ensino-aprendizagem, não se limitando apenas a expor o conteúdo, mas deve procurar desenvolver novas práticas didáticas para que haja entre os discentes um aprendizado maior. Contudo, o aluno também tem que exercer seu papel de receptor, procurando estar motivado a aprender. E aliando-se a isso as autoridades competentes devem auxiliar esses educadores, trazendo propostas de melhoria para o ensino da língua inglesa que ainda é tão defasado em nosso país.
Contudo, é necessário deixar claro que não depende somente da metodologia de ensino da língua estrangeira para chegar ao principal objetivo no processo de aprendizado, que é a aquisição de uma nova língua. Cabe a cada um, educador e educando, ter a consciência de que é responsável pelos seus resultados, sendo que o educador deve transmitir conhecimento da forma mais eficaz e o educando devendo estar sempre disposto a aprender coisas novas para seu enriquecimento intelectual. 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Cutting interpreting does not always pay

The UK currently provides the most generous driving test language system in Europe, with applicants able to take the theory test in no fewer than 19 languages besides English and Welsh.

Surely this is something that the UK should be proud of - and is a true example of an open and democratic society.

But this right for motorists to take the test in their mother tongue looks like being removed to save around £230,000 a year, according to the Department for Transport.

That figure is similar to the amount many civil servants annually receive in their posts as chief executive at county councils around the UK. But can one put a price on the way a country makes all its citizens feel welcome and part of a society?

I am all in favour of encouraging British residents to speak English but surely we need those living on our island to acquire new skills as soon as they can following their arrival on these shores.

And one of the most important skills to attain to enable them to work is the ability to drive.


Countless employers require their workers to have a motoring licence and, once employment is gained, these foreign speakers will be paying tax thus returning money back into the nation's coffers.
All of this suddenly makes the £230,000 fee look a little less severe - and actually an investment in the country worth maintaining.